Crise hídrica: um fantasma real?

Já não bastasse a pandemia do novo coronavírus e toda as sequelas que ele vem deixando, agora um fantasma até então distante, está voltando para assombrar. Estamos falando da crise hídrica e como ela representa um perigo de desabastecimento no país – elétrico e de água potável.

Com isso, o risco de apagões e racionamento de energia, associado a um crescente e imparável aumento na tarifa de energia, ligou o sinal de alerta de autoridades e consumidores. Para tanto, alguns estados e também o governo federal, estão promulgando incentivos para empresas que reduzirem seu consumo. Mas isso é possível? Confira:

Crise hídrica no Brasil: porque isso tá acontecendo?

É difícil nomear apenas um fator como o culpado dessa situação preocupante. Alguns estados, como São Paulo, estão enfrentando o pior período seco em mais de 90 anos. Além do risco de racionamento de água, a escassez de chuvas afetam os afluentes que alimentam as hidroelétricas.

Com isso, o fantasma do racionamento de energia e apagões começa a se tornar real, especialmente nas horas de pico, onde mais se consome energia.

Foram diversos fatores que contribuiram para esse cenário caótico e preocupante que vivemos. Mas, podemos citar alguns:

  • Desmatamento da Amazônia e Mata Atlântica;
  • Aumento na temperatura do planeta;
  • Queimadas em diversas partes do país;
  • Crescimento populacional e de consumo;
  • Baixo nível de chuvas.

Tudo isso, vem contribuindo para uma das piores crises hídricas da história do nosso país. E o que será que todos podem fazer para ajudar nesse cenário, especialmente empresas de médio e grande porte?

Como os negócios pode contribuir e ajudar a economizar água?

Até que as chuvas voltem e consigam repor esses níveis que estão preocupantes, a palavra de ordem é conscientização. Além disso, é preciso que todos contribuam e reduzam os consumos de água e energia – especialmente as empresas, que mais consomem eletricidade.

Para tanto, que o governo vem incentivando a redução voluntária do consumo de eletricidade, especialmente nos horários de pico. Lançado na segunda semana de agosto/21, a proposta é que exista uma compensação financeira para os grandes consumidores, que consigam reduzir o consumo por períodos de 4 dias e 7 horas.

Essa economia pode ser feita com ações práticas e efetivas durante o trabalho, tais como:

  1. Manutenção e troca de equipamentos antigos, por mais novos e econômicos;
  2. Atentar ao uso de equipamentos de ar-condicionado, apenas em ambientes utilizados;
  3. Desligar – quando fora do expediente – todos os equipamentos não necessários. O modo standby consome muita energia;
  4. Revezar a utilização de equipamentos que consomem muita eletricidade, evitando de acioná-los ao mesmo tempo, se possível.

Entretanto, será que existe uma maneira realmente eficiente de economizar energia elétrica, contribuindo para o combate da crise hídrica e não impactar a produção?

A geração solar vai ser a resposta desse questionamento

Muito antes dessa nova crise, a energia fotovoltaica vinha crescendo a um ritmo exponencial nos últimos 3 anos. Mais investimento no setor, demanda de consumidores (especialmente de empresas) e incentivos governamentais, aceleraram isso.

Com a chegada da crise hídrica, esse cenário ficou ainda mais propício para instalação de sistema no seu próprio gerador de energia. Especialmente frente a notícia que o aumento das tarifas da conta de luz, vai se estender até meados do ano que vem.

Esse é um dinheiro que nunca mais volta para o seu negócio e impede de investir no crescimento e expansão dele. Além de dar autonomia energética, fugindo do risco de apagões e racionamentos, a energia solar tem diversos outros benefícios – como a economia na conta de luz.

A redução do valor gasto com eletricidade, pode chegar a 90%. Grande parte dos consumidores, pagam apenas as tarifas e impostos da concessionária, ou o excedente do mês. Dessa forma, a sua empresa contribui com o combate a esse momento tão delicado, se torna uma empresa sustentável e ainda economiza um bom dinheiro.

Não espere a situação ficar ainda mais crítica para investir na energia solar. Entre em contato com um de nossos especialistas e venha fazer seu projeto conosco.

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